Novo livro · 2026 · Farbo Editora
Quando parecer Ágil importa mais que entregar valor.
"Quando o método virou desculpa."
Prefácio de Vitor MassariCEO e Sócio-Fundador · Hiflex Group
Posfácio de Fábio CruzCTO e Sócio · Hiflex Group
O problema
Existe um momento específico na carreira de todo profissional de tecnologia. Um momento de clareza cristalina, quase dolorosa — quando você percebe que o que está sendo proposto não é agilidade. É o teatro da agilidade.
Este livro foi escrito para quem reconhece essa descrição.
Daily stand-up de 45 minutos onde "tem algum impedimento?" é respondida com silêncio constrangido
Backlog com 732 itens sendo despriorizados para incluir o novo pedido do diretor
Retrospectiva com a mesma lista de problemas a cada sprint — cujo plano de ação é sempre "melhorar a comunicação"
Scrum Master que protege a agenda do gerente — e não o time. E sabe disso.
Product Owner sem autoridade real para priorizar nada, com dez stakeholders inflando o backlog
Transformação ágil "completa" há 3 anos — e as decisões ainda são tomadas por duas pessoas numa sala fechada
O teatro da agilidade
Uma organização adota os rituais sem os valores, o vocabulário sem a mentalidade, os papéis sem a responsabilidade real. Uma crítica estrutural, organizacional e sistêmica — não pessoal.
"Antes que você pense que este é um livro puramente destrutivo — não é. Veja a seguir sobre o que este livro fala."
Estrutura
Das origens do Manifesto Ágil ao custo real do teatro organizacional — e o que fazer quando você está dentro.
Parte I — O Roteiro
As origens e as distorções
Cap 1: O Manifesto que ninguém leu
Cap 2: A reunião que mudou o mundo, mas nem tanto
Cap 3: Doze formas de distorção
Cap 4: A Indústria da Certificação
Cap 5: A Transformação Ágil de Prateleira
Parte II — As Falas
Jargão, cerimônias e artefatos
Cap 6: O Jargão da Agilidade
Cap 7: Cerimônias Distorcidas
Cap 8: Quadros de Decoração e artefatos
Parte III — Os Personagens
SM, PO, Dev e Líder
Cap 9: Scrum Master, Guardião do Status Quo
Cap 10: Product Owner: Dono Sem Autoridade
Cap 11: Dev: Autogerenciado com supervisão
Cap 12: Líder: Transformando sem se transformar
Parte IV — A Encenação
Scrum, Kanban, SAFe e a escalada
Cap 13: Scrum: Todo Mundo Sabe, Ninguém Pratica
Cap 14: Kanban: Do TPS ao Trello Abandonado
Cap 15: SAFe, LeSS e a Escalada do Fake
Parte V — O Crítico
Diagnóstico, custos e saída
Cap 16: Você Está em um Ambiente Fake Ágil?
Cap 17: Os Custos do Teatro Ágil
Cap 18: É possível Ser Ágil de Verdade?
Cap 19: Um Manifesto pelo fim do Fake Ágil
Quem leu
Fake Ágil é definitivamente o livro que eu gostaria de ter escrito! Esta leitura se faz mais que necessária em tempos onde organizações seguem modismos sem um pingo de pensamento crítico.
Gostei especialmente da forma como você mostra que o Fake Ágil não nasce só de ignorância, mas de incentivos. A empresa quer parecer moderna sem mexer em poder, liderança, autonomia, priorização, capacidade e transparência. Essa leitura é muito mais madura do que simplesmente culpar Scrum Master, PO ou time.
Este, sem sombra de dúvida, é um dos livros mais realistas sobre os resultados da agilidade na maioria das empresas por aí — resultados ruins, infelizmente, porque o ágil empregado é falso.
O autor
Agile Coach, professor no programa de pós-graduação da FIA Business School e trainer no Hiflex Group — com clientes como Porto Seguro, Sicoob, BP, Novartis e Edenred.
Especialista em transformação organizacional com mais de duas décadas de experiência em tecnologia e gestão, atuando em grandes empresas dos setores financeiro e de meios de pagamento. Escritor, roteirista e fundador da Farbo Digital.
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